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HISTÓRIA EM ORDEM

CRONOLÓGICA

página 4

CAPÍTULO 3

SÉCULO XX

de 1900 a 1935
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1900

CRÔNICA

INTRODUÇÃO AO SÉCULO XX - COMÉRCIO

Certo dia, ao entorno de uma fazenda, nas margens de um rio ou na beira de uma estrada, surge um povoado, uma pequena aglomeração de casas se forma e as pessoas que ali residem têm necessidades de adquirir produtos para a sua subsistência, nesse momento surge um comerciante.

O tempo flui e a população aumenta, o lugarejo se desenvolve, o comércio se expande, a urbe se forma mais complexa e os serviços se sofisticam. É um processo que não para, sempre acompanhando a evolução do mercado, cada demanda que surge é imediatamente suprida.

Nos meados do século XIX, o município de Juiz de Fora foi emancipado de Barbacena, iniciando um irreversível processo de evolução política e social e foi a cafeicultura e o comércio que alavancaram e consolidaram o desenvolvimento da cidade. Confirmando a tese citada na introdução, a Associação Comercial de Juiz de Fora foi fundada em 12 de julho de 1896 para representar das classes produtoras de Juiz de Fora: Comércio, Indústria e agropecuária. Suas primeiras diretorias eram lideradas por homens que exerciam atividades em diversos segmentos: Daniel Pinto Correia, seu primeiro presidente, era do ramo do mobiliário; Eugênio Fontainha, fazendeiro, e Renato Álvaro Cordeiro Dias, proprietário de refinaria de açúcar.

Ao fim do século XIX, e princípio do século XX, surgiram as indústrias, principalmente de tecidos, que se instalaram com os recursos advindos da lavoura do café que fracassara.

Depois da metade do século XX o parque industrial de Juiz de Fora se desenvolveu com força e inúmeras malharias, fábricas de sapatos e outras se instalaram na cidade.

Enquanto isso, o comércio, também, floresceu e a cidade se consolidou como polo regional. Surgiram os supermercados e os centros comerciais (shopping centers) e ocorreu a descentralização, com o fortalecimento do comércio em diversos bairros. O setor de serviços ou setor terciário, aparece na economia a partir da década de 1970 e se expande com entusiasmo, principalmente nas áreas de educação e saúde, que dão um salto fenomenal.

A partir dos anos 80\90 do século XX a informática chega, gerando mudanças inimagináveis nos negócios: a globalização, consequência imediata desse sistema cibernético, gera extremas mudanças no mercado e permite o desenvolvimento de empresas gigantes, a nível nacional e mundial.

Surgem novas maneiras de comerciar, entre elas, as franquias e o e-commerce (lojas virtuais). 

 

COLÉGIO SANTA CATARINA 

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Em fevereiro de 1900, a edido do Cônsul alemão Georg Grande, as Irmãs de Santa Catarina, Crescência e Augusta, chegaram a Juiz de Fora para se dedicarem à instrução e educação de crianças da Colônia Alemã. Em agosto do mesmo ano, chegou da Alemanha Irmã Hildegardis para auxiliar as duas pioneiras.

Após trabalharem durante alguns anos em algumas salas e salões cedidos, com muitas dificuldades as Irmãs adquiriram um terreno no Morro da Gratidão, hoje Morro da Glória, iniciando a construção do Colégio, inaugurado em 1909. No período de 1914 a 1917, as Irmãs alemãs sofreram muito com a guerra. Fanáticos atacaram e destruíram lojas e fábricas cujos proprietários eram alemães. Em 1922, a construção foi ampliada, formando simetria com a existente. Em 1928, foi oficializado o Curso Comercial e em 1930 o curso de Magistério (Normal).

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1901

16° governo de 1889 E 1900

15° Conselho Municipal de 1901 A 1904 

  1. Agente Executivo e Presidente do Conselho Municipal, João D’ávila

  2. Antônio Amálio Halfeld

  3. Antônio Carlos Ribeiro De Andrade, PRM,

  4. Francisco Cândido da Gama Júnior

  5. Joaquim Canuto de Figueiredo

  6. Antônio Pinto de Monteiro

  7. José Rangel

  8. Armando Ribeiro de Castro

  9. Augusto Vieira Lima de Albuquerque

  10. Emílio Esteves dos Reis

  11. Raul Penido

  12. Cândido Pedro de Mello

  13. José Procópio Teixeira

  14. Antônio Ferreira Monteiro da Silva

  15. Francisco Rodrigues de Almeida Novaes

  16. Joaquim Antônio Monteiro da Silva

  17. Luiz de Sousa Brandão, Doutor

  18. Belmiro Braga:

  19. Militão Honório Rodrigues

  20. Francisco Ribeiro de Assis Rezende

  21. Elói Praxedes Braga

  22. Libânio da Rocha Vaz

  23. João Ferreira de Assis Fonseca

  24. Belizário Augusto de Oliveira Penna, ex Barão e Visconde de Carandaí

  25. Antônio Bernardino Monteiro de Barros

  26. José Cesário Monteiro da Silva

  27. Tancredo Nery Ribeiro

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1902

COLÉGIO STELLA MATTUTINA

Em 08 de setembro de 1902 foi fundado o Colégio Stella Mattutina.

Começaram suas atividades num antigo sobrado na Barão do Rio Branco em frente à Santa Casa, com aulas diversas além de trabalhos manuais e estudos de Música. As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo foram as fundadoras.

A ordem religiosa surgiu no bojo de um sonho do missionário Arnaldo Jansen fundador da Ordem Religiosa do Verbo Divino, as freiras fundaram a ordem em STEYL no território da Holanda. Suas fundadoras foram Madre Maria Helena Stollenwerk nascida em 28 de novembro de 1852 na Aldeia de Eifel uma região de colinas na Renânia do Norte-Alemanha e a Madre Josefa - Hendrina Stenmanns nascida em Issum região de Düsseldof.[1]  Foto[2]

 

[1] Colaboração de Nilo Sérgio Frank

[2] Foto do Blog Mauricio Resgatando o Passado). Fotografia Márcio Assis- Acervo Valeria Neves De Freitas Oliveira

 

Enquanto isso no Brasil

Osvaldo Cruz introduz a vacinação obrigatória contra a varíola, o que desencadeará uma revolta no Rio de Janeiro.

 

1904

SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE JUIZ DE FORA

Foi em meio a um contexto histórico em que não existiam leis trabalhistas e previdenciárias, que um grupo numeroso de comerciários fundou no dia 17 de abril de 1904, a Associação dos Empregados no Comércio de Juiz de Fora (AEC), entidade que já nasceu defendendo uma importante reivindicação social: o fechamento dos estabelecimentos comerciais locais aos domingos. A AEC enviou um abaixo-assinado e um requerimento à Câmara Municipal, que redundou na Resolução nº 511 de 18 de fevereiro de 1908, que “proíbe a abertura de portas das casas comerciais aos domingos”.

Seu primeiro presidente foi Alfredo de Sousa Bastos.                                                                  

 A AEC inicia seu processo de consolidação, em 1916, quando compra um terreno na rua Barão de São João Nepomuceno, obtém seu registro cartorial em 1919 e conquista novas resoluções; limitando a jornada de trabalho dos comerciários. Neste mesmo período, os comerciários obtiveram outras duas importantes conquistas: o fechamento das casas comerciais às 12 :00 horas nos dias de feriados nacionais e as restrições fiscais ao funcionamento das mesmas, de segunda a sábado, após às 19 :00 horas. Nas greves, a primeira realizada em janeiro de 1920, que resultou na conquista da jornada de trabalho de 08 horas diárias, o apoio da AEC foi decisivo: atuou como mediadora entre grevistas e o patronato local.

Sede campestre do Sindicato dos Empregados do Comércio de Juiz de Fora no Bairro São Geraldo

A partir do início da década de 1920, a Associação passou a congregar não apenas os trabalhadores dos diversos estabelecimentos comerciais, lojas, cinemas, armazéns, farmácias, bares, hotéis, açougues, padarias e etc. como também os funcionários dos bancos e escritórios contábeis da cidade. Em janeiro de 1927, estava instalada no sobrado de nº 2261 da Avenida Barão do Rio Branco e empenhou-se mais uma vez na campanha para reduzir a jornada de trabalho dos comerciários juiz-foranos. A construção e inauguração do Prédio e ampliação dos serviços prestados a seus associados efetivou-se durante as décadas de 1910 e 1920. Teve na beneficência e na assistência (médica, farmacêutica e odontológica) e nas atividades culturais e recreativas (biblioteca, aulas noturnas, bailes e concurso de beleza) suas principais atividades regulares. Neste sentido, a construção e inauguração de sua sede social, obra realizada pela gestão 1928/1929, presidida por João Dario Pereira de Alencar, permitiu a AEC tanto ampliar os importantes serviços que prestava a seus associados, quanto aumentar sua influência no cenário político e social da cidade.

Com a criação do Ministério do Trabalho, no final de 1930, a decretação de uma lei de sindicalização, em 1931, e de um significativo conjunto de leis trabalhistas no ano seguinte, os dirigentes da AEC optaram por registrá-la junto aquele órgão estatal, vendo, em tal medida, a possibilidade de aumentar o quadro de associados e reforçar a influência da entidade junto aos órgãos públicos e demais setores sociais da cidade. Foi o que de fato ocorreu, sobretudo a partir da eleição de seu presidente, Alberto Surek, para deputado classista à Assembleia Constituinte de 1934.

Silas Batista

O papel que desempenha o Sindicato dos Empregados no Comércio como elemento agregador é de grande importância, já que vivemos um momento em que o mundo assiste à desagregação das nações, das famílias e do próprio indivíduo, pelo total desrespeito aos valores de cada povo, de cada grupo, de cada pessoa. É importante que o trabalho do Sindicato seja trazido ao conhecimento de toda a sua categoria e da sociedade, para que todos tenham conhecimento da seriedade e competência que vem norteando seu trabalho ao longo dos anos, sempre no sentido da inclusão do trabalhador do comércio no mercado de trabalho, lutando para trazer a ele dignidade necessária para a realização profissional.

Em 2021 a diretoria é composta por: Presidente Silas Batista da Silva; Vice-presidente Wagner França; 1º Secretário Mário Bruck Filho; 2º Secretário Wilson Maciel Ferreira; 1º Tesoureiro Moyses da Silva Honorato; Diretor Social Maria Aparecida Rodrigues C. Cunha.

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[1] Colaboração de Nilo Sérgio Frank

[2] Foto do Blog Mauricio Resgatando o Passado). Fotografia Márcio Assis-

Acervo Valeria Neves De Freitas Oliveira

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 ​BONDES ELÉTRICOS 

A  Compahia Mineira de Eletricidade, C.M.E. Foi responsável

pela implementação dos bondes  elétricos na cidadeem 1904

após adquirir a Companhia  Ferrocarril de Bondes de Juiz de

Fora que tinha sido implantada em 1881, com tração animal.

O empreendimento foi tão bem-sucedido que, na década de

1930, a C.M.E.já fabricava seus próprios bondes. A partir de

1954, no entanto, o serviço foi assumido pelo Departamento

Autônomo de Bondes.

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ALGUMAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO QUE EXISTIRAM EM JUIZ DE FORA

COLÉGIO SÃO JOSÉ (APARENTEMENTE NÃO É O MESMO DO VIANNA JÚNIOR) FOI FUNDADO EM JANEIRO DE 1904 PELO DR. JOSÉ ELOY DE ARAÚJO, OFERECIA TRÊS CURSOS: O PRIMÁRIO, O PREPARATÓRIO E O DE COMÉRCIO (ESTE ÚLTIMO PODENDO SER FREQUENTADO SOMENTE POR RAPAZES). LOCALIZAVA-SE à RUA SANTO ANTÔNIO E DEIXAVA CLARO QUE EM SEU RECINTO NÃO HAVIA CASTIGOS FÍSICOS.

ALGUNS SE DEDICAM A EDUCAÇÃO FEMININA. SÃO ELAS: COLÉGIO SCHMIDT, COLÉGIO BRAGA, COLÉGIO ALVARENGA, COLÉGIO IRMÃS DE SIÃO.

OUTROS: COLÉGIO HUNGRIA, COLÉGIO SANT’ANNA, COLÉGIO N. S. DA PIEDADE

Colégio Santa Catarina

Silas Batista

1905

17° governo: 1905 a 1907,

16º Conselho Municipal Entre 1905 A 1907 

Agente Executivo e Presidente do Conselho Municipal, Duarte de Abreu

  1. Antônio Bernardino Monteiro de Barros

  2. João Ferreira de Assis Fonseca

  3. José Joaquim Monteiro de Andrade

  4. Elói Praxedes Braga

  5. Tancredo Nery Ribeiro

  6. Theodorico Ribeiro de Assis, Coronel

  7. José Manoel Pacheco

  8. Antônio Maximiano de Oliveira

  9. Amanajós Alcântara de Araújo

  10. Luiz de Sousa Brandão

  11. Oscar Vidal Barbosa Lage

  12. José Cesário Monteiro da Silva

  13. Henrique José de Souza

  14. Albino Machado, Coronel

  15. Dilermando Martins da Costa Cruz

  16. Victor Garcia

  17. Francisco Augusto Pinto de Moura

  18. Joaquim Eloy dos Santos Andrada

  19. Antero Duarte

  20. Antônio Corrêa de Lima

  21. Emerenciano Pereira de Almeida

  22. Josué Leite Ribeiro

  23. José Pedro de Mello

  24. Francisco Ribeiro de Assis Rezende

  25. José Marianno Pinto Monteiro

  26.  

1906

MORRO DO CRISTO

O monumento em homenagem ao Cristo Redentor de Juiz de Fora foi inaugurado em 08/07/1906, sendo considerado o primeiro da América do Sul. Foi idealizado por Francisco Baptista de Oliveira e construído pela Companhia Pantaleone Arcuri e Spinelli. Tem 25 metros de altura e a imagem, de 3,75 metros de altura, foi produzida pela Maison Raffe, de Paris.

Foi construída no Morro do Cristo cujo nome oficial é Morro do Redentor, uma formação rochosa que domina a paisagem central da cidade e que foi chamado, também, de Morro da Liberdade e Morro do Imperador quando D. Pedro II subiu suas encostas para apreciar a vista da cidade em 1861. Está a 930 m de altitude, e é um dos pontos mais altos da cidade, sendo uma das mais belas vistas da cidade. O monumento ao Cristo Redentor foi tombado em 24 de maio de 1990 pelo decreto n° 4312/90.

O mirante foi inaugurado em 31 de março de 1970, pelo então prefeito de Juiz de Fora Itamar Franco e recebeu o nome de Salles de Oliveira

Ao seu entorno estão instaladas diversas antenas de comunicação, entre elas a torre da TV Industrial, inaugurada em 1964, que é um marco da comunicação em Juiz de Fora.

Foto[1]

FÁBRICA DE SACOS DE ANIAGEM DO DR. LUIZ DE SOUZA BRANDÃO 

 

Fábrica de sacos de aniagem

Esta fábrica, situada à Rua Silva Jardim, 2, Juiz de Fora, foi fundada em

1907, pelo Dr. Luiz de Souza Brandão (embalagem para o café produzido

na região). Ocupa uma área de 63 por 27 metros, a qual está sendo

aumentada para instalação de máquinas de fiação para produção de fio

necessário à fabricação de sacos de juta. O terreno, onde está situado

o estabelecimento, tem a área total de 6.000 metros quadrados e tem

atualmente 35 teares, número esse que em breve será elevado. O fio,

presentemente, lhes era enviado da Inglaterra pelos seus agentes Moore

Weinberg, de Dundee; mas em breve a fábrica importará unicamente a

matéria-prima - juta - e produzirá o fio para o seu consumo. Imagem[1]

O maquinismo é todo ele inglês e acionado por um motor elétrico de 40

cavalos; também essa força será elevada a 100 cavalos. Há ainda um

motor a vapor de 45 cavalos. Trabalham na fábrica, entre homens,

mulheres e crianças, 150 operários. A fábrica pode produzir 4.000 metros

diários em 10 horas; e consome 35 toneladas de fio de juta por mês.

A fábrica teve os seus produtos premiados nas exposições do Rio de

Janeiro em 1908 e de Leopoldina em 1907.

[1] Foto Maria do Resguardo -1955

Morro do Cristo - foto de Dimas Stephan

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Fábrica de sacos de aniagem

TIRO DE GUERRA

O imóvel situado à Rua Santo Antônio, 110 - Centro, foi construído para alojar a sede do Tiro de Guerra 17, fundado em 1908 pelo tenente João Marcelino Ferreira da Silva, que se aposentara como general de reserva. No frontispício do prédio vê-se gravado em alto relevo as Armas da República, o nome do Tiro de Guerra e data de sua fundação em 1908.

O edifício recebeu o nome de um dos residentes do clube, reeleito por 8 vezes. O objetivo do mesmo era ministrar a todos os cidadãos brasileiros que voluntariamente se apresentassem, os conhecimentos militares indispensáveis para que pudessem ser relacionados como reservistas de Segunda categoria do Exército.[1]

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SOPA DOS POBRES                                                                          

O local onde funcionou o “Tiro de Guerra” está entregue à Sociedade Sopa dos Pobres foi fundada em 1910 pelo casal Ludgero e Alcides Guimarães Moreira. A ideia de implantar uma instituição de caridade surgiu nas comemorações do aniversário de sua filha Dulce Guimarães, única mulher entre os filhos do casal. Todos os anos, para comemorar o aniversário de Dulce, Ludgero e Alcides faziam a distribuição de cachorros quentes a crianças de rua da cidade.

Felizes com o resultado que obtinham dessas comemorações, resolveram fundar uma instituição, que, aos sábados, pudesse oferecer comida de qualidade para moradores de rua de Juiz de Fora.

Todos os sábados, o casal e mais três colegas saíam na parte da manhã pelas ruas, em busca de comerciantes que pudessem contribuir com os alimentos para a realização do almoço. A ideia começou a tomar forma, e em menos de dois anos, eles ofereceram mais de 60 refeições aos pobres e moradores de rua da cidade. A distribuição aos sábados continuou até 1931, quando a instituição foi registrada e passou a funcionar durante toda a semana.

Jésus de Oliveira, doou uma de suas propriedades que foi transformada em sede, lugar onde até hoje funciona a distribuição das refeições. Em 1931 também aconteceu a mudança do que era oferecido no almoço dos beneficiados. A sopa, um tipo de refeição menos dispendiosa e que, por esse motivo, possibilitava que mais pessoas pudessem ser atendidas, entrou no cardápio no lugar do arroz e do feijão.

A população local e os empresários da cidade são os únicos responsáveis pela manutenção da Sopa dos Pobres desde a sua fundação. A Sopa dos Pobres de Juiz de Fora atende cerca de 200 pessoas todos os dias, com uma refeição de qualidade, contando com a ajuda de funcionários e voluntários.

 

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1909

ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS

A Academia Mineira de Letras foi fundada em Juiz de Fora, em 25/12/1909 e instalada em 13 de maio de 1810, por um grupo de pioneiros ligados à literatura e a cultura, eram jornalistas, escritores, profissionais liberais, homens públicos e conceituados militantes da cátedra e dos tribunais.

A “Manchester Mineira “atravessava um período de muito progresso e de vanguarda na indústria e na inovação tecnológica, convivendo com fervilhante atividade literária, de empreendedores, poetas e contistas em uma cidade de tradicionais educandários e austeros educadores.

A imprensa se aproximava com a do Rio de Janeiro e articulistas de renome nacional assinavam artigos e colunas nos diários e periódicos de Juiz de Fora.

O grupo fundador da Academia Mineira Letras que incorporou o adjetivo “mineira” dava a calibre ambicioso e a generosidade dos seus altos objetivos: o culto, a defesa e a sustentação da pureza da língua e a produção intelectual.

 Os idealizadores acaudilhados por Machado Sobrinho foram: Belmiro Braga, Dilermando Cruz, Amanajós de Araujo, Estevam de Oliveira, Eduardo de Meneses, Lindolpho Gomes, José Rangel, Heitor Guimarães, Francisco Brandi Horta, Albino Esteves e Luiz Joaquim de Oliveira que convidaram mais dezoito intelectuais do Estado que fossem representativos na elite acadêmica para compor seus quadros.

A Academia foi transferida para a Capital em 24 de janeiro de 1915 em gesto de desprendimento, oferecendo mais "status" à mesma, por estar próxima do centro do Poder.

 

COLÉGIO MACHADO SOBRINHO

O Instituto Comercial Mineiro foi fundado em 1909, e passou a denominar-se Escola Técnica de Comércio Machado Sobrinho em 1943, mantendo os cursos comercial, básico e técnico em contabilidade. Mais tarde, verificando-se a necessidade de ampliar os serviços educacionais, a diretoria resolveu restabelecer o curso primário, o curso ginasial e o colegial.

No início de 1961, reuniram-se, sob a presidência do Professor Píndaro José Alves Machado Sobrinho, os descendentes do saudoso educador Antônio Vieira Araújo Machado Sobrinho, ocasião em que a Escola Técnica de Comércio, por decisão unânime dos sócios, foi transformada em Fundação, objetivando perpetuar o nome do Fundador, difundindo e aperfeiçoando seus ensinamentos.

A Fundação Educacional Machado Sobrinho, entidade sem fins lucrativos e de caráter filantrópico, sucessora do Colégio Lucindo Filho e do Instituto Comercial Mineiro, sob a dinâmica e atuante direção do Prof. Fernando de Paiva Mattos, prosperou. Além dos cursos em funcionamento, a partir de 1969, foram criadas Faculdades de Administração e de Ciências Contábeis.[2]

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1910

CLUB GYMNASTICO DE JUIZ DE FORA - TURNERSCHAFT

 CLUB GYMNASTICO DE JUIZ DE FORA - TURNERSCHAFT

Um dos primeiros clubes de ginástica de Minas Gerais, o Turnerschaft foi fundado em 1910 para a prática de ginástica, modalidade esportiva muito praticada pelos imigrantes alemães. Surgiu com a denominação União de Gimnastica Juiz de Fora em uma festividade na Cervejaria José para comemorar o aniversário natalício do Imperador Guilherme II (notícia do jornal "O Pharol". Já existiam espaços para essa prática nas cervejarias da cidade que funcionavam, também, com área de lazer e foram os donos dessas cervejarias que fundaram o clube: Matheus Kascher, Gustavo Nietzch, Carlos Stiebler e outros.[1]

​[1] Lisboa, Jaqueline Duque de Morais, e Carlos Fernando Ferreira da Cunha Junior, Turnerschaft, Club Gymnástico Juiz de Fora "1919\1979), Juiz de Fora, editora UFJF, 2011

[1] FUNALFA- BENS TOMBADOS

[2] http://www.colegiomachadosobrinho.com.br/

Sociedade Sopa dos Pobres  imóvel restaurado em 2019

FÁBRICA DE CIMENTO DE SAINT - CLAIR DE CARVALHO

Saint- Clair de Miranda Carvalho construiu uma fábrica de cimento na Rua Benjamin

Constant, parte baixa, entre 1908 e 1910.  Conforme informação de Denise Pessoa.

Fonte: Blog Maria do Resguardo. Foto[1]

 

1911

19° governo: 1911 a 1914

18º Conselho Municipal de 1911 A 1915 

  1. Agente Executivo e Presidente do Conselho Municipal, Oscar Vidal Barbosa Lage

  2. Luiz de Sousa Brandão

  3. José Pedro de Mello

  4. Antônio José Martins

  5. Francisco Augusto Pinto de Moura

  6. Jeremias Garcia, Padre

  7. Joaquim Eugênio Lobato Guimarães

  8. Ormindo José Pinto

  9. João Baptista de Oliveira

  10. Altivo de Melo Halfeld

  11. Duarte de Abreu

  12. Manoel José Antunes Pinto

  13. Agenor Augusto da Silva Canedo, Coronel, PRM.

  14. Manoel José Pereira da Silva

  15. João Evangelista do Valle

  16. Solano Braga

  17. Pedro de Alcântara

  18. Francisco Rodrigues de Almeida Moraes

 

​​​​​1911

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2º BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR

Seu patrono é Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira, e que serviu no Regimento Regular de Cavalaria de Minas. Segundo BPM- Polícia Militar Atualmente (2014), nos 853 municípios do Estado de Minas Gerais, a Polícia Militar de Minas Gerais conta com aproximadamente 50.000 integrantes, sendo a segunda maior Polícia do Brasil. Foto[2]

O Segundo Batalhão de Polícia Militar de Juiz de Fora foi criado em três de setembro 1890, pelo Presidente João Pinheiro da Silva e instalado em Uberaba e transferido para Juiz de Fora em 18 de julho de 1911 a pedido do prefeito Antônio Carlos Ribeiro.

Essa unidade militar abrange 13 cidades da Zona da Mata.

A DEMOLIÇÃO DO PRÉDIO (correlato)

"Caso emblemático ocorreu na cidade nos anos 1970: a demolição total do prédio onde funcionava a sede do 2º Batalhão da Polícia Militar para dar lugar à atual sede da referida unidade. O edifício, inaugurado em 1888, abrigou a Hospedaria Horta Barbosa, responsável pelo acolhimento dos imigrantes que chegavam à cidade, principalmente os italianos. Tal hospedaria foi construída num terreno da Fazenda da Tapera, que fora doado ao Governo da Província de Minas Gerais pelo seu proprietário, coronel Custódio Silveira Tristão. O controle da hospedaria era exercido pela Inspetoria Geral de Imigração, órgão criado na cidade com o fim de prestar o primeiro apoio aos imigrantes e cuidar do encaminhamento destes aos seus novos locais de trabalho, geralmente as fazendas de café situadas na região e no Sul de Minas".[3]

 

 

[1] Foto Denise Pessôa   Maria do Resguardo

[2] Foto de Maria do Resguardo

[3] Pedro Nava, Balão Cativo

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1912

BANCO DA CIDADE DE JUIZ DE FORA S.A.

Funcionou na Rua Halfeld em sede própria no número 811, Iriê Salomão de

Campos comentou: O decreto de criação é de 1912 na caderneta da foto tem

anotação de 1963. Imagem[1]

 

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NAVEGAÇÃO NO RIO PARAIBUNA

 "Em 20 de janeiro de 1914, o jovem Abel de Montreuil, então com 20 anos de idade, procurando demonstrar que o Rio Paraibuna era navegável, inaugurou um serviço de transporte de passageiros por lancha a motor entre Benfica e a ponte da Rua Halfeld. Seu pai, Eugênio de Montreuil, também estava envolvido no projeto. O jornal O LYNCE (mais tarde virou um importante revista) noticiou o fato em sua edição de 1º de fevereiro de 1914. Na época, o rio era mais estreito, muito sinuoso e com maior volume de água. As poucas pontes existentes permitiam a passagem de uma embarcação sob elas. O ancoradouro do barco ficava nos fundos da fazenda de sua avó, Maria Eugênia (onde hoje está situada a Transportadora IBOR, no Araújo).

 

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A primeira viagem foi realizada com representantes da imprensa, partindo às 11 horas do centro (ponte da Rua Halfeld) em direção a Benfica, e regressando às 20 horas. Onze passageiros participaram do passeio inaugural que transcorreu sem nenhum incidente.

​A tentativa de navegação no Paraibuna não era novidade. Em 1892, o então presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora, vereador Francisco Bernardino Rodrigues da Silva, assinou a Resolução Nº 94 (de 13 de outubro) autorizando André Halfeld e o padre alemão Adolfo Januschka (Capelão da Colônia Pedro II) a explorarem o serviço de transporte de cargas e passageiros em nosso principal rio durante vinte anos. Embora autorizados, não conseguiram levar adiante, pois menos de dois meses depois o padre veio a falecer.[2]

 

DIÁRIO MERCANTIL

Foi iniciado em 1912, e foi o jornal que circulou em Juiz de Fora durante mais tempo naquela época. Esse jornal continha quatro páginas, sendo cinco colunas e muitos anúncios, deixando óbvio seus compromissos na defesa de interesses da nova burguesia. 

Seus proprietários eram João Penido Filho e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, representantes do Partido Republicano Mineiro (PRM), que criaram o jornal devido à “ingrata campanha eleitoral” do PRM na cidade. Logo no início, tornou-se órgão oficial do município.

Em 1931 foi incorporada pelos “Diários Associados”, e em 13 de janeiro de 1917, o primeiro número do jornal foi para as bancas.

[1] Acervo Mauricio Lima Correia

[2] Obtida no Google: Humberto Rodrigues de Sá

Fábrica de cimento

2º BPM

banco cidade de Juiz de Fora.png

Na foto, estão JOVITA (terceira criança em pé, a partir da esquerda), EUGÊNIO DE MONTREUIL (primeiro homem em pé, a partir da esquerda), ABEL DE MONTREUIL (última criança em pé, a partir da esquerda), CHARLES (homem sentado), CLARISSE (primeira mulher sentada, a partir da esquerda) e ANA ARAÚJO (segunda mulher sentada0

TUPI FOOT BALL CLUB

Fundado em 26 de maio de 1912 por vários personagens da sociedade Juiz-forana, entre eles Antônio Maria Júnior, o Carijó. Alguns dos fundadores eram dissidentes do Tupynambás.

Seu estádio, o Francisco de Salles Oliveira foi inaugurado em 19 de junho de 1932 também é conhecido por muitos como "Campo do Tupi" ou "Estádio de Santa Terezinha". Na época, o campo do Tupi era o maior e mais moderno de toda a Zona da Mata Mineira chegando a comportar mais de 5 mil pessoas

A partida inaugural foi diante do Vasco da Gama, que era o campeão do Torneio Início do Campeonato Carioca.

 O Salles de chegou a entrar numa troca – troca de terrenos com a prefeitura envolvendo vários endereços, mas no final, ficou com a área original e com o espaço da rua Calil Ahouagi, mesmo que gerando uma dívida, que foi negociada posteriormente pelo notório carijó Gabriel Gonçalves da Silva, o Bié.

O Salles Oliveira contou com investimentos do Ministério da Educação e foi remodelado na gestão de Maurício Batista de Oliveira, entre julho de 1988 e maio de 1989, tinha à época uma estrutura de arquibancadas tubulares que ficavam atrás dos gols e do lado oposto à arquibancada principal. No fim dos anos 80, o estádio chegou a comportar até 8 mil espectadores, mas com a desmontagem da antiga estrutura, a capacidade atual é de aproximadamente 1.150 pessoas.

O Tupi utiliza as cores preto e branco em seu uniforme listrado e tem o galo “carijó” como símbolo.

O estádio de Santa Terezinha recebeu seu último jogo oficial de profissionais do Carijó no dia 4 de julho de 1999.

 O Tupi continuou jogando em inúmeras competições usando o Estádio Municipal e teve sucesso em várias empreitadas, mas atualmente (2024), assim como os outros times de Juiz de Fora, não consegue solidez em seus empreendimentos futebolísticos.[1]

[1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Tupi_Football_Club​​​

1914

Enquanto isso, no mundo

28 de junho de 1914: o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono Austro-Húngaro, e sua esposa Sofia, Duquesa de Hohenberg, foram assassinados pelo sérvio Gavrilo Princip, que pertencia ao grupo nacionalista-terrorista armado Mão Negra (oficialmente chamado "Unificação ou Morte"), que lutava pela unificação dos territórios que continham sérvios. Esse incidente desencadeou os eventos que deram origem à primeira guerra mundial e consequências na vida dos emigrantes e descendentes em Juiz de Fora.

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL DE 1914 A 1818

Influiu no comércio de Juiz de Fora, em função da desastrosa queda da exportação do café e em consequência o desaquecimento da economia da cidade. Afinal de contas a cidade dependia muito dessa atividade agrícola. Em contrapartida, houve a consolidação da indústria de bens de consumo e o crescimento do parque industrial, o que consolidou Juiz de Fora como a “Manchester Mineira”.

Outro fator interessante foi a ocorrência de certa xenofobia com relação aos comerciantes e industriais imigrantes, e descendentes, principalmente os de origem alemã. Ocorreram casos de mudanças em nomes de empresas em função dessa situação.

Parte dos operários da Fábrica Mascarenhas em relação a um funcionário alemão verificou-se: “Com allemães não trabalhamos, ” 16 de fevereiro de 1918, “O Pharol”.

Na Escola de Farmácia e Odontologia, ligada ao Instituto Granbery de origem Protestante, o diretor fez afixar, no quadro de informações, um aviso solicitando aos alunos que abstivessem de quaisquer comentários em público a respeito da guerra (O Pharol, 15 julho).

Os operários alienados socialmente viam nos alemães e seus descendentes a causa maior de sua carestia, embora muitos sofressem a mesma opressão, pois compartilhavam o mesmo ambiente, ou seja, o interior repressor das fábricas.

1915

MUSEU MARIANO PROCÓPIO

Mariano Procópio iniciou em 1861 a construção da Villa Ferreira Lage, onde posteriormente se instalou o primeiro museu histórico de Minas Gerais, fundado em 1915 por seu filho Alfredo Ferreira Lage.

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Museu Mariano Procópio

Peças do museu: Bustos de Mariano Procópio e de Alfredo Ferreira Lage- estátuas de Belmiro Braga com um cachorro, fazendo referência à uma famosa poesia dele e de São Estevão

ÁLBUM MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA

UM DOS LIVROS MAIS IMPORTANTE SOBRE A HISTÓRIA DE JUIZ DE FORA

Publicado em 1915, o “Álbum do Município de Juiz de Fora”, organizado por Albino Esteves, é o mais importante livro já publicado sobre Juiz de Fora. Conhecido entre historiadores, pesquisadores, estudantes, professores e curiosos como o “Álbum do Albino”, esta obra é como uma “Bíblia” para quem deseja conhecer ou prosseguir nas pesquisas sobre a formação da cidade. Mãe de todos os outros livros publicados sobre o mesmo tema, o Álbum do Albino foi e tem sido fonte para qualquer outra obra publicada e a ser sobre nossas origens.

1916

20° governo: 1916 a 1918, Agente Executivo e Presidente do Conselho Municipal,

19º Conselho Municipal de 1916 A 1918

  1. Agente Executivo e Presidente do Conselho Municipal, José Procópio Teixeira (Primeiro Mandato)

  2. Francisco Augusto Pinto de Moura

  3. Eduardo de Menezes Filho

  4. Jeremias Garcia

  5. Henrique Surerus

  6. Severino Junqueira de Andrade

  7. Nicolau Cappelli

  8. Philippe Luiz Paletta

  9. Agostinho de Souza

  10. Henrique Ribeiro Coimbra

  11. Antônio Ferreira Monteiro da Silva

  12. Aurélio Ribeiro de Oliveira

  13. João Evangelista de Assis

  14. José Antônio Monteiro da Silva​

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clique na imagem e vá ao livro original

QUARTA REGIÃO MILITAR

QUARTA BRIGADA DE INFANTARIA MOTORIZADA

Em 16 de setembro de 1916, foi instalado o quartel General da 4ª Região Militar, inicialmente ocupando as instalações da antiga Escola Agrícola e, posteriormente, em 24 de maio de 1920, à Rua Mariano Procópio, nº. 1.180, cujas instalações haviam sido, no passado, moradia do Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage e onde se hospedou a Família Real, em 1861.

Esse efetivo militar fez enorme diferença na cidade por sua importância política e pelos recursos financeiros injetados no município.

Em 08 de dezembro de 1995, foi extinto o Comando da 4ª Região Militar, com sede aqui na cidade, transformando o então Comando da 4ª Divisão de Exército, com sede em Belo Horizonte, em Comando da 4ª Região Militar e 4ª Divisão de Exército.

Atualmente (2014) ainda se mantém na cidade: Comando da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada - 4º Depósito de Suprimentos- Hospital Geral de Juiz de Fora- 12ª Circunscrição de Serviço Militar -Colégio Militar de Juiz de Fora- 4ª Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército.

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CIA. DIAS CARDOSO

Prédio construído na Rua Halfeld, 342 e 348, pela Cia. Pantaleone Arcuri, em 1916 para a Cia. Dias Cardoso em estilo europeu do século XX. Seu proprietário, Sr. Paschoal Dias Cardoso, um português muito respeitado e querido, chegou em Juiz de Fora no início do século. Tinha um parque gráfico, livraria, papelaria, artigos para escritório, confecção de livros comerciais, além de vender instrumentos musicais que eram exportados para outras cidades de Minas Gerais e para todo o país. O imóvel é tombado como patrimônio histórico de Juiz de Fora. Foto[1]

 

SPORT CLUB JUIZ DE FORA

Fundado em 1916, o Sport Club surgiu a partir de outro clube, a Sociedade Recreativa Comercial Clube. O Comercial criou um setor esportivo do clube, denominado Sociedade Esportiva do Comercial Clube.

Sua sede foi conquistada a partir do momento em que alugaram um terreno do presidente da Câmara Municipal, Sr. José Procópio Teixeira, localizado próximo ao Largo do Riachuelo. Nesse momento os sócios e, em assembleia, decidiram mudar o nome do setor esportivo da entidade e para Sport Club Juiz de Fora, sociedade independente do Comercial Clube, embora ainda dispondo da mesma sede.

Sede do Sport Clube Juiz de Fora

 A Sede do Sport Club de Juiz de Fora foi erguido a partir da data em que o clube foi fundado posteriormente, já sob o comando de José Procópio Teixeira Filho, foi construída uma sede que foi inaugurada em primeiro de maio de 1921. O prédio possuía dois pavimentos: no térreo, havia salões de reunião, secretaria, bar, vestiários e instalações viárias. No andar superior, estavam as arquibancadas com capacidade para 3 mil pessoas. Um rinque de patinação e uma quadra de tênis também foram erguidos.  Foi inaugurado com a visita do Botafogo do Rio de Janeiro.

Em 28 de setembro de 1947, inicia uma importante fase de conquistas do clube, com a inauguração do Estádio Doutor José Procópio Teixeira. À frente desta nova época, estava o presidente Francisco Queiroz Caputo, que durante 55 anos consecutivos foi presidente do clube. Um recorde mundial registrado no Guinness Book. Atualmente o estádio possui 6.500 lugares.

O Clube adota as cores verde e Branco e seu símbolo é um periquito. Sustenta a antonomásia de “Gigante da Avenida” e se orgulha de que em suas dependências foi construída a primeira piscina suspensa da América Latina.

O Sport sempre teve nomes ilustres entre seus associados e atletas. Como o do ex-presidente da República Itamar Franco, que atuou e foi campeão pelos times de basquete do Verdão, na década de 1950. Outro ex-presidente da República que foi sócio do Sport Club JF foi João Batista de Oliveira Figueiredo. O ex-prefeito de Juiz de Fora, Tarcísio Delgado, além de sócio, sempre declarou abertamente ser torcedor do Periquito.[2]

 

[1] Foto Luiz Antonio Stephan

[2] https://www.sportclubjf.com.br/wp-content/uploads/diario-mercantl-4.jpg

Quarta Brigada de Infantaria Motorizada Quartel General

Prédio onde funcionou a Cia. Dias Cardoso

1917

AINDA SOBRE A PRIMEIRA GUERRA

5 de abril de 1917: o vapor brasileiro Paraná, um dos maiores navios da marinha mercante, carregado de café, navegando de acordo com as exigências feitas a países neutros, foi torpedeado por um submarino alemão a milhas do cabo Barfleur, na França, e três brasileiros foram mortos. Quando a notícia chegou, poucos dias depois, eclodiram diversas manifestações populares.

1918

REPARTIÇÕES MUNICIPAES (PRÉDIO DA ANTIGA PREFEITURA)

 

REPARTIÇÕES MUNICIPAES

O prédio das “Repartições Municipaes”, foi projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri. O imóvel está situado na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Halfeld. O núcleo original, voltado para a Rio Branco, foi construído em 1918. A primeira ampliação ocorreu em 1934 na fachada lateral, mantendo-se as mesmas características arquitetônicas do existente, e que resultou na configuração atual do prédio. O edifício de dois pavimentos segue o estilo eclético com reminiscências neoclássicas e apresenta exuberante ornamentação, além de movimentado jogo de elementos salientes e reentrantes nas fachadas. Recursos de composição horizontal e vertical foram amplamente utilizados, objetivando o perfeito equilíbrio e harmonia das proporções, assim como nas ordens arquitetônicas.

No sentido horizontal, as fachadas são tratadas segundo normas, que em linhas gerais, correspondem a divisão das colunas gregas: no térreo, o prédio é alteado, com revestimento fortemente marcado por bossagem (sulcos feitos na massa sugerindo pedra de cantaria) para transmitir a ideia de solidez e segurança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

QUARTA AUDITORIA MILITAR

Juiz de Fora é sede da 4ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), desde 1918 e faz parte da Primeira Instância da Justiça Militar. Desde 1999 funciona em um casarão com cerca de 120 anos, localizado na Rua Mariano Procópio e anteriormente funcionava neste imóvel na praça Antônio Carlos. Durante o período revolucionário entre 1964 e 1985 pela Auditoria passaram centenas de militantes que foram presos pelo regime militar.

A ex-presidente Dilma Rousseff prestou depoimento nesta Auditoria e esteve presa no QG do Exército em Juiz de Fora e em Linhares no início dos anos 1970. No mesmo processo dela estavam seu ex-marido Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, o ex-governador de Minas Gerais Pimentel e outros 25 militantes políticos. Parte dos companheiros de Dilma foram condenados por assaltos a três bancos, que financiaram ações do grupo.  Dilma foi condenada por sua atuação no Comando de Libertação Nacional (Colina). Ela era apontada pelos militares como integrante do núcleo intelectual do grupo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRIPE ESPANHOLA

Em 1918 UM VÍRUS PAROU JUIZ DE FORA. MORRERAM MAIS DE 500 PESSOAS.                                       O isolamento social, o vazio das ruas e o recolhimento quase obrigatório às residências que vemos hoje em todo o mundo, não é novidade aqui.

Já aconteceu noutra ocasião em que dezenas de países foram acometidos por outra pandemia: a da GRIPE ESPANHOLA, que foi uma pandemia causada pelo vírus influenza A subtipo H1N1, que se espalhou pelo mundo entre 1918 e 1920. Foi considerada uma das epidemias mais mortais da história da humanidade.

A doença que era, também, chamada la dansarina, gripe pneumônica, peste pneumônica ou simplesmente pneumônica, a gripe espanhola foi uma violenta pandemia que atingiu o mundo em 1918-1919, provocando milhões de mortes, especialmente entre os setores jovens da população. Apesar do nome, a tal gripe não surgiu na Espanha. Passou por outros países antes da imprensa espanhola dar bastante cobertura à sua chegada ali. Uma vez que seu surto foi muito noticiado neste país, com isso recebeu o nome como ficou conhecida.

Um quarto da população mundial foi contagiada. Morreram mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, foram mais de 12 mil mortes. Em muitas cidades brasileiras, morreram políticos, fazendeiros, empresários, artistas e, até o presidente da República Rodrigues Alves, depois de eleito para um segundo mandato.

Não havia vacina contra o mal. O isolamento em casa o evitava e os que sobreviveram, depois de acometidos pela doença, tiveram acesso a medicamentos para baixar a febre e diminuir as dores. Manter o corpo bem higienizado, hidratado, alimentado e descansado, aliado ao isolamento total ajudava na recuperação.

O vírus chegou aqui em algum navio que atracou no Rio de Janeiro vindo da Europa.

Dali até Juiz de Fora foi um pulo só. Bastou passageiros infectados contagiar alguns transeuntes na saída do cais e estes transitarem pela então capital da República, para desencadearem uma cadeia de contágios em viajantes, logo as primeiras vítimas apareceram em nossa cidade entre os meses de outubro a dezembro de 1918. Tão logo surgiram em Juiz de Fora os primeiros doentes, tudo parou. As repartições públicas e todas as escolas foram fechadas. As indústrias e o comércio também. Os bondes deixaram de circular. Nas ruas não se via quase ninguém. Foto [1]

 

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Avenida Rio Branco próximo à Rua Gil Horta: Como era Juiz de Fora no período em que precisou enfrentar a gripe espanhola. A cidade, naquele momento, contava menos de 120 mil habitantes e a gripe vitimou cerca de 0,4% dessa população.

Bastava o mínimo contato com um doente e o vírus já se apossava desse novo corpo.

As pessoas morriam nas casas de saúde, nas residências do centro e dos bairros, e em toda a zona rural. Caíam doentes nas ruas ou nelas mesmas morriam. O contágio era muito rápido.

Não havia caixões para todos. Muitos corpos foram sepultados em vala comum.

As carroças circulavam pela cidade levando cadáveres aos montes para serem enterrados no Cemitério Municipal, no da Glória, no de São Pedro, de Grama, da Barreira e nos da zona rural.

Foram mais de 500 mortos em Juiz de Fora entre quase mil infectados pela gripe espanhola.

As Vítimas da "Espanhola" ( correlato)

Só agora fiquei sabendo o número de pessoas que faleceram nesta cidade, em 1918, vitimadas pela "gripe espanhola". Eu também fui atingido por ela, e creio ter sido a única vez que fiquei em casa, sem trabalhar. Não de cama, mas na janela, vendo os bondes passarem. Um dia deixaram de passar. Vi o último motorneiro tombar no Largo de São Roque. Naquele dia tudo parou em Juiz de Fora, os bondes, as fábricas, o comércio e as escolas. Os jornais que puderam circular apareceram com a matéria reduzida, composta em corpo 12, e, os quartéis do 57º. de Caçadores e da Polícia lembravam a velha frase pessimista: "O Brasil é um vasto hospital". Não sei por que deram à moléstia o nome de "gripe espanhola", já que, pelo que li agora na coleção do DIÁRIO MERCANTIL, ela apareceu em Portugal, em setembro, daquele ano, com o nome de "influenzae pneumônica" e, depois de atacar a esquadra brasileira em Dacar ocasionando-lhe muitas baixas surgiu no Brasil como verdadeira calamidade.

Nesta cidade, os primeiros casos foram registrados na segunda quinzena de outubro, tendo sido noticiado no dia 19 que havia 300 pessoas enfermas.

Desde então e até o fim de novembro, Juiz de Fora viveu os dias mais tristes de sua história, tanto que passou quase despercebido um acontecimento que, em situação normal, teria ocasionado o maior regozijo popular: a terminação da guerra europeia.

No dia que se comemorou, há pouco, o 50 º. aniversário da assinatura do armistício, um garoto de 1918, chamado Cecílio Sampaio, comunicou-me na porta do edifício Krambeck, na presença de Vitório Turilândia: " Há cinquenta anos, nesta data eu estava comprando remédios na Drogaria Americana para pessoas de minha família. Ninguém falava em armistício, porque a rua estava deserta".

Só me falta dizer quantas vítimas ocasionou a "gripe espanhola".

Teodomiro Gumercindo de Campos, falando em nome da Prefeitura, informou que de 23 de outubro a 3 de dezembro foram sepultados nos cemitérios municipais e da Glória 556 pessoas, sendo 57 neste e 499 naquele.

Tendo confrontado o total de óbitos com os ocorridos em igual número de dias anteriores à epidemia, chegou à conclusão de que morreram em consequência dela, somente na cidade, 423 pessoas, pois não computou os enterramentos feitos nos cemitérios da Grama, Barreira do Triunfo e Colônia de São Pedro nem os dos distritos rurais, que eram então quinze.

 “Synochus catarrhalis era o nome de uma doença epidêmica, clinicamente individualizada desde tempos remotos e que periodicamente, cada vez com maior extensão, assola a humanidade. Essa extensão está relacionada à velocidade sempre crescente das comunicações. Seu contágio já andou a pé, a passo de cavalo, à velocidade de trem de ferro, de navio e usa, nos dias de hoje, aviões supersônicos – espalhando-se pelo mundo em dois, três, quatro dias.

 Quando passou pela Itália (na epidemia de 1802 que tão duramente castigou Veneza e Milão), recebeu nome que fez fortuna: influenza. O termo pegou, passou para linguagem corriqueira e lembro de tê-lo ouvido empregado por minha avó materna, em Juiz de Fora, na minha infância – a Dedeta não pode ir às Raithe porque está de cama com uma influenza; ou – a Berta está calafetada dentro do quarto, de medo da influenza.

 O nome "gripe" vem do meio do século passado e foi primeiro empregado por Sauvages, de Montpellier, tendo em conta o aspecto tenso, contraído, encrespado, amarrotado – grippé – que ele julgou ver na cara de seus doentes. Parecendo ser da entidade em questão, a literatura médica está cheia da descrição de surtos epidêmicos de que alguns assumiram aspeto pandêmico, assolando todas as grandes aglomerações humanas, como o de 1733, que marca a primeira passagem oceânica de mesma epidemia propagada da Europa à América; os de 1837, 1847, 1889 e finalmente o de 1918 que varreu o mundo, causando maior número de mortes que a Primeira Grande Guerra. (…)

Seu nome de batismo foi Influenza espanhola ou mais simplesmente Espanhola. (…). Ela nasceu da influência, desta coisa imprecisa, desprezada pelos modernos, mas, entretanto, existente – que são as coincidências telúricas, estacionais e atmosféricas responsáveis pela chamada constituição médica de determinadas doenças no tempo. (…) pois sínoco de catarro, influenza, gripe ou como queiram chamá-la – a espanhola instalou-se entre nós em setembro, cresceu no fim deste mês e nos primeiros do seguinte. (…) tornou-se calamidade de proporções desconhecidas nos nossos anais epidemiológicos nos dias terríveis da segunda quinzena de outubro e sua morbilidade e mortalidade só baixaram na ainda trágica primeira semana de novembro.

 Comecei a sentir o troço numa segunda-feira de meados de outubro em que, voltando ao colégio, encontrei apenas onze alunos do nosso terceiro ano de quarenta e seis. Trinta e cinco colegas tinham caído de sábado para o primeiro dia da semana subsequente.

Chegamos ao colégio às 9 horas. Ao meio-dia, dos sãos, entrados, já uns dez estavam tiritando na Enfermaria e sendo purgados pelo Cruz.

Há uma hora o Diretor Laet, o Quintino, o médico da casa, o Leandro e o Fortes passaram carrancudos nos corredores e foram se trancar no Salão de Honra.

 Às duas, assistíamos a uma aula do Thiré, quando entrou o próprio Chefe de Disciplina. Disse umas palavras ao nosso professor que logo declarou sua aula suspensa e que, por ordem do Diretor, devíamos subir para os dormitórios, vestir nossos uniformes de saída e irmos o mais depressa possível para nossas casas. O Colégio fechava por tempo indeterminado. Sobretudo que não nos demorássemos na rua.

 Voltei rapidamente para Major Ávila, 16. Quando eu saí de manhã, tinha deixado a casa no seu aspecto habitual. Quando cheguei, tinham caído com febre alta e calafrios a Eponina, o Ernesto, a Sinhá-Cota e o Gabriel. Forma benigna, parecendo mais simples resfriado. (…)

 Era apavorante a rapidez com que ela ia da invasão ao apogeu, em poucas horas, levando a vítima às sufocação, às diarreias, às dores lancinantes, ao letargo, ao coma, à uremia, à síncope e à morte em algumas horas ou poucos dias. Aterrava a velocidade do contágio e o número de pessoas que estavam sendo acometidas”.

 

[1] (Foto: Acervo Maria do Resguardo)

o é novidade aqui.

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Quarta Auditoria militar ( antiga)

Julgamento de Dilma na Quarta Auditoria militar ( antiga)

1919

21° governo: 1919 a 1922

20° Conselho Municipal de 1919 A 1922 

  1. José Procópio Teixeira (Segundo Mandato), Agente Executivo e Presidente do

  2. Conselho Municipal

  3. Francisco Augusto Pinto de Moura

  4. Agenor Augusto da Silva Canedo

  5. Augusto Penna Filho,

  6. Severino Junqueira de Andrade

  7. Pedro Marques de Almeida

  8. Henrique Ribeiro Coimbra

  9. Mauro Roquette Pinto

  10. Joaquim Simeão de Faria

  11. Eduardo de Menezes Filho

  12. Luiz de Sousa Brandão

  13. Nicolau Cappelli

  14. Bento da Rocha Vaz

  15. Luiz Barbosa Gonçalves Penna

  16. João Evangelista do Valle

KEGEL CLUB

Kegel é um jogo de bolas alemão, parecido com o boliche. Em Juiz de Fora, os Luteranos, fundaram um clube para praticar essa atividade em 1919. Funcionou nas instalações da Igreja, na Praça Assis, ao lado do atual Clube de Tênis D. Pedro. Na segunda guerra o clube foi obrigado a mudar seu nome para "Sociedade Esportiva Jogo da Bola". O clube encerrou suas atividades em 1979.

Em outras cidades de colonização alemã, Petrópolis por exemplo, ainda se pratica essa atividade de lazer.[1]

 

BARCELONA MINEIRA

JUIZ DE FORA, CONHECIDA POR “MANCHESTER MINEIRA” (COMPARANDO- A COM A CIDADE INGLESA DE MANCHESTER) FOI INTITULADA “BARCELONA MINEIRA” POR RUY BARBOSA, QUANDO EM VISITA A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL EM TRÊS DE ABRIL DE 1919.

 

[1] Lisboa, Jaqueline Duque de Morais e Carlos Fernando Ferreira da Cunha Junior, Turnerschaft, Club Gymnástico Juiz de Fora "1919\1979), Juiz de Fora, editora UFJF, 2011

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