Associação Comercial de Juiz de Fora

Fundada em 12 de julho de 1896 a Associação Comercial é uma entidade representativa das classes produtoras de Juiz de Fora: Comércio, Indústria, agropecuária e prestação de serviços. Recebeu a denominação de “Comercial” porque naquela época esse termo englobava todas essas atividades. Suas primeiras diretorias eram lideradas por homens que exerciam atividades em diversos seguimentos: Daniel Pinto Correia, seu primeiro presidente, era do ramo do mobiliário, Eugênio Fontainha, fazendeiro e Renato Álvaro Cordeiro Dias foi proprietário de refinaria de açúcar.

Na ata da primeira assembleia dessa entidade, realizada em 12 de julho de 1896 consta o seguinte: ”O comércio reunido tem por fim dirigir uma representação à Câmara Municipal desta cidade pedindo medidas urgentes e de grande alcance para pôr paradeiro aos abusos que estão praticando os mascates conhecidos como ‘turcos’, pois que sem a precisa licença estão mascateando, causando sérios danos e enorme prejuízo a todo o comércio de retalhos quer nessa cidade como em todo o Município” A “Associação Commercial”, comemora 120 anos em defesa da livre iniciativa, em 12 de julho sendo a primeira e maior a representante das classes produtoras de Juiz de Fora: Comércio, Indústria, agropecuária e prestação de serviços.

 O prédio foi construído pela Pantaleone Arcuri & Spinelli e decorado com pinturas de Ângelo Biggi, o mesmo que pintou o “Cine Theatro Central” dez anos depois e sua sede, tombada pelo patrimônio histórico, na Praça Doutor João Penido, tem sua decoração voltada para simbologias específicas: Mercúrio, deus do comércio, com seu chapéu alado; Atena (Minerva) com a roda dentada - deusa da indústria e Deméter (Ceres) deusa da terra e dos campos, com instrumentos (Enxada e foice)

Nesses 120 anos a Associação liderou centenas de movimentos relevantes como, por exemplo, a criação do Corpo de Bombeiros na cidade; o jornal diário “Gazeta Comercial”; o “Partido Economista”, nas eleições para a Assembleia Constituinte de 1934 e a criação secretaria de Desenvolvimento Econômico (hoje Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda).

 A Associação Commercial de Juiz de Fora é  quinta  mais antiga do Brasil depois de Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Belém e a PRIMEIRA INSTALADA EM UMA CIDADE QUE NÃO ERA CAPITAL. A primeira de Minas Gerais

Prédio da Associação Comercial na Praça da Estação- Foto acervo Luiz Antonio Stephan

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História da Associação Comercial de Juiz de Fora

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Contada no ano do seu centenário- 1996

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Intervenções de Luiz Antônio Stephan

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Daniel Pinto Corrêa, primeiro presidente, empresário do ramo imobiliário

O nome "Imperatriz" para a rua mais era uma homenagem à família imperial. Tão logo proclamada a república passou a se chamar "Marechal Deodoro"

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Vitral na sede da Associação Mercúrio, deus do comércio, com seu chapéu alado; Atena (Minerva) com a roda dentada - deusa da indústria e Deméter (Ceres) deusa da terra e dos campos, com instrumentos (Enxada e foice)

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Rua Marechal Deodoro uma velha vocação para se fazer negócio

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Eugênio Fontainha - 1897/1900

 Natural de Matias Barbosa Proprietário da Fazenda da Divisa era, também, um amante das artes, recebendo o título de mecenas de Juiz de Fora. Foi o primeiro presidente efetivo da Associação. Recebeu o título de Comendador 

Renato Alvares Cordeiro Dias 1900/ /1902

Nascido em Sapucaia, Estado do Rio. Proprietário da usina de açúcar Renato Dias, Fundador da Liga de Desportos de Juiz de Fora e Dirigente dos Diários associados por 33 anos

Belizário Augusto de Oliveira Penna- !903/1905

 Natural de Barbacena. Foi Presidente do Conselho Municipal ( Prefeito) de Barbacena, conselheiro municipal em Juiz de Fora e recebeu o tilo de Barão e depois Visconde de Carandaí. 

Joaquim Gonçalves Coelho 1905/1908

 Português, mudou-se para Juiz de Fora e abriu uma casa comercial de secos e molhados: "Armazém Gonçalves Coelho"Foi sócio do Cinema Paz e do "Parc Royal" Tradicional casa Comercial"

Luiz de Sousa Brandão (1910/1912

Nascido em Cantagalo, Rio de Janeiro, médico e fazendeiro, cafeicultor, proprietário da fazenda Prosperidade em Matias Barbosa, , foi Conselheiro Municipal em Matias Barbosa e em Juiz de Fora 

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Eugênio Teixeira Leite Júnior- 1912/1915 - Juiz-forano, da Indústria de laticínios e proprietário da fazenda Boa Vista no distrito de Sarandira, também cafeicultor

Constantino Marques de Sousa- 1915/1923

Nasceu em Curvelo e oi o responsável pela compra do terreno e construção da sede

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Clóvis Guimarães Mascarenhas- 1923/1926

Nascido em Juiz de Fora, Diretor da Cia. Têxtil Bernardo Mascarenhas e dirigiu a sucursal do  "O Jornal" de Assis Chateaubriand em JF. 

Olímpio Pinto Reis - Janeiro a junho de 1927

Natural de Lavras, Industrial do ramo de tecidos em S. João Del Rey, instalou em Juiz de Fora a atacadista "Olímpio Reis Teixeira. Fundou e dirigiu o Banco de Minas e foi um dos fundadores do Rotary Club local.

José Carlos de Morais Sarmento- 1927/1934

Juiz-forano, Presidente da Cia de Fiação e tecelagem Morais Sarmento, diretor da estrada de Ferro Leopoldina Railway e, também fundador do Rotary.

Partido político dos comerciantes
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Francisco Maia

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José Raphael de Sousa- 1934/1935

Natural de Curvelo, pecuarista,Proprietário da fazenda Manchester no distrito de Vargem Grande,  atual Belmiro Braga, foi vive prefeito na gestão de Pedro Marques , Fundador do Sport club, do Tupi e do Tupinambas. 

Ângelo Falci - 1935/ 1941 

Natural de Lambari, MG, Industrial e Comerciante, sucedeu seu pai à frente da "Padaria Central"Membro da liga de defesa contra a lepra, foi um dos fundadores do Educandário Carlos Chagas.

José de Castro Barbosa 

1941/1953

Nasceu em Caratinga e tinha uma Indústria de sabão e soda caustica. Foi presidente do Rotary,  

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Mesa de reuniões sede histórica

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Oscar Pereira Lopes 1953/1955

Juiz-forano, comerciante, proprietário da "Casa do Alumínio",  louças, material doméstico e ferragens. Membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora  

Gerardo de Castro Barbosa 

1955/1957

Nasceu em Carangola e se formou em contabilidade pelo Instituto Grambery e em economia pela Faculdade de Ciências políticas e Econômicas do RJ. Diretor da F.A Barbosa Comércio e Indústria e da Faculdade de Economia, sendo um dos fundadores da UFJF

Francisco da Cruz Frederico

1957/1961- 1967-1971

Natural de Guidoval, bacharel em ciências contábeis, foi funcionário do Banco do Brasil e presidente do Sindicato dos Bancários. Dirigiu a empresa farmacêutica "Irmãos Frederico Ltda". Foi presidente da TELEMUSA, telefônica Municipal, Presidente do Sindicato Rural por muitos anos, e vice presidente da Federação da Indústria 

José Theotônio Ferreira Bretas- 1961/1963

Juiz-forano, Contabilista, pela Academia de Comércio, sócio da "Casa Pérola", fundou a loja "Luminosa" a "Casa ferragens e Maquinas Ltda"e foi o primeiro presidente do Funrural de JF.

Benedito Valente da Silva

1963/1965

Nasceu em Taubaté e em juiz de Fora fou proprietário da "Casa das Crianças", roupas infantis. foi presidente do Rotary e diretor do CDL

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3- Destacamos, também a reforma feita na sede histórica da entidade, que se encontrava em péssimo estado . A faxada do prédio era o que mais preocupava restaurada   pelo Sr. Germano, um antigo pedreiro da "Pantaleone Arcuri. Conseguimos os recursos para essa empreitada solicitando uma mensalidade extra de cada associado, com adesão quase unanime.    

4- Comemoramos os 90 anos da entidade apresentando essas melhorias, em uma noite de gala, quando a Câmara de Vereadores de Juiz de Fora realizou uma seção  externa, fato raro, com a presença de todos os vereadores, homenageando nossa entidade. Na ocasião o presidente Luiz Antonio Stephan recebeu o título de "Cidadão Benemérito de Juiz de Fora"

Seção Externa (rara) da Câmara de Vereadores de Juiz de Fora realizada na Associação Comercial por ocasião da comemoração dos 90 anos da entidade(foto Marcio Brigatto)

5-No período dessa gestão se solidificou a regional de Federaminas (Federação das Associações Comerciais de Minas Gerais), com sede em Juiz de fora, quando os diretores da Associação de Juiz de fora, viajaram para diversas cidades da região para se reunirem com coirmãs e até criaram novas associações onde não existiam.

 Em janeiro de 1987, quando toma posse a nova diretoria sob a presidência de Amaury Dalamura, começa a se solidificar o coeso grupo de pequenos e médios empresários que durante quase 20 anos estiveram à frente da Associação e que permitiu uma fase de ouro nessa casa. 

1- Foi no mandato de Amaury que se iniciou uma das maiores parcerias que a entidade já realizou até então, quando se conveniou a instalação do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola) na Associação. 

2- Um fato histórico: Suhade Ibrahim Hallack,  é  primeira mulher  a tomar posse como diretora da casa.  

3- Conforme podemos acompanhar nas atas a defesa dos associados em questões jurídicas e fiscais foi veemente. 

4- O trabalho realizado pelas duas ultimas diretorias apresenta resultados expressivos quanto à captação de novos associados: em janeiro de 1985 eram cerca de 120 e no final do mandato de Amaury já se alcançava 700 associados.   

Em janeiro de 1989 toma posse a diretoria comandada pelo Professor Augusto Cesar da Silva.

Conforme combinado em 1985, não haveriam reconduções e nem estrelismos, todo um grupo era coeso e igual poderíamos agora nominar o seu núcleo: Luiz Antonio Stephan, Amaury,Dalamura, Augusto Cesar da Silva, Olindário Gonçalves Pires, José Nilton Fagundes, Nilton Ramos da Silva, Jornalista Newton Dantas, Rolf Benda, Rosália Novelino Benda, Aloísio Vasconcelos, Suhade Ibrahim, Célio Faria de Paula, Odonne Villar Turolla, Romeu Delmonte, Aluisio de Oliveira,Rodrigo Novelino Benda. Algumas dessas lideranças estão na foto abaixo:

Em 1991 toma posse Olindário Gonçalves Pires dentro do mesmo espírito corporativo que vinha guiando os caminhos desse grupo de pessoas imbuídas de boas intenções e de pensamentos positivos que geraram um momento gratificante para a entidade e para as forças produtoras de Juiz de Fora.

 Com a posse de Nilton Ramos da Silva em 1993, deflagou-se o processo de construção do prédio anexo e  os preparativos para o centenário em 1996. O grupo decidiu que o mandato do Sr, Nilton seria dobrado e todos continuariam unidos.

Todos os componentes da diretoria se empenhavam como se fossem o presidente da casa,  se orgulhavam de participar daquele processo e tinham plena consciência de que estavam no comando de uma entidade muito importante, que defendia a livre iniciativa e, aquela altura, era quase centenária. Precisava estar bem estruturada e preparada para o futuro. 

  

O prédio anexo da Associação foi construído em 8 meses: de julho de 1995 a março de 1996 quando foi inaugurado.

O prefeito Custódio de Matos e O presidente da Associação Nilton Ramos,cortando a fita na inauguração

Saguão de entrada do anexo

Auditório do anexo

CENTENÁRIO

Em maio de 1996 a Associação Comercial de Juiz de Fora recebeu homenagens na Assembleia Legislativa de Minas Gerais ( por iniciativa do deputado José Maria André de Barros)  e na Câmara dos deputados em Brasília( por iniciativa do deputado Silvio Abreu Junior)

Assembléia legislativa de Minas Gerais

Câmara dos Deputados

CENTENÁRIO

Festa no Sírio e Libanês

O ponto alto das comemorações do centenário foi  entrega da comenda "Daniel Pinto Corrêa" no dia do seu centenário 16 de julho de 1996, em uma grande festa no clube Sírio e Libanês com a presença estimada de cerca de 1000 pessoas. o nome da comenda foi dado em homenagem ao primeiro presidente da entidade.

Coube ao presidente Nilton Ramos da Silva presidir a solenidade e a responsabilidade  de relembrar alguns dos fatos importantes que ocorreram na história dessa casa. 

COMENDA DANIEL PINTO CORRÊA

Uma comissão presidida por Amaury Dalamura criou o estatuto da comenda "Daniel Pinto Correa" que pela sua autenticidade e correção no processo, seria a unica que permitiria essa titularidade em Juiz de Fora.

 Nesse primeiro ano seriam entregues 30 comendas correspondente a cada ex-presidente da casa, mas, decidiu-se extemporânea mente homenagear mais uma personalidade. Também achou-se justo que os presidentes passados recebessem a comenda, pelas suas colaborações em manter essa casa pelos cem anos de sua existência. Total 61 agraciados.

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Elias Dahbar

1965/1968

Nasceu em Juiz de Fora, bacharel em direito pela UFJF, sócio nas "Casas Dahbar" eletrodomésticos. 

José Patrocínio Rangel Santos -

1971/1975

Nasceu em Pedro Leopoldo, MG Estudou em BH, e se formou em Administração e Finanças. Era proprietário da fábrica de Soda Cáustica e gerente da Cia Fábio Bastos de Juiz de Fora. 

Miana Jorge Miana

 1975/1979

Libanês, naturalizado brasileiro, diplomado em economia, proprietário da "Casa Miami" de roupas masculinas, foi presidente do Rotary

1981 a 1985

Mathias Enéas Mescolin   1979/1982

Juiz-forano, empresário do ramo imobiliário: incorporações, loteamentos e construções. Grupo Roma, Imobiliária Roma.

Rubens Serqueiros de Vasconcelos

1982/1983 

Nascido em Sapucaia, RJ. Empresário do setor de autopeças, "Vasconcelos Autopeças" , Presidente do clube D. Pedro e Vereador  por dois mandatos. 

Roberto Delage Faria 

1983/1985

 Natural de Belo Horizonte, bacharel em Direito,   representante comercial, empresário do ramo de distribuição de medicamentos e perfumaria. Proprietário da Fazenda Boa Esperança

Período de 1985 até 1996

Ano do Centenário

 Luiz Antonio Stephan

MANDATO DE LUIZ ANTONIO CAIXEIRO STEPHAN

Entre o natal e o ano novo de 1984 recebi a visita em minha loja do professor Rolf Benda, do então presidente da Associação Comercial, Roberto Delage e de  Ricardo Guerra, também diretor da AC. Minha surpresa foi enorme ao ser convidado para presidir a Associação Comercial  no mandato que se iniciaria no inicio do mês próximo.

Depois de ouvir minha família e meu sócio, aceitei o desafio, meio que às escuras, pois não conhecia a estrutura funcional da casa.

Minha experiência em entidade de classe como segundo secretário no Sindicomércio era limitada, mas me oferecia uma visão mínima do funcionamento de uma entidade. 

Com apenas 10 dias para indicar os nomes para formar a nova diretoria, optei por manter  nomes do quadro anterior substituindo apenas aqueles que não puderam continuar, indicando alguns amigos, empresários mais próximos, para compor a direção da casa, da mesma forma o conselho superior.

Chapa única, eleição por aclamação e unanimidade, em 8 de janeiro começa nossa missão, e de meus companheiros, nessa casa tradicional na defesa da livre iniciativa.

Ao tomar posse tomei conhecimento que, aos 34 anos, seria o presidente mais novo a assumir tão relevante cargo de presidente dessa casa (situação que permanece até hoje, 2018, quando faço esse relato).

O mês de janeiro foi dedicado à conhecer a casa: reuniões com Sr. Luiz Vizentin, contador e administrador, Dr. Fernando Muzzi,, Departamento Jurídico e  diversos diretores. Conclusão: 

1- Não havia dinheiro e provavelmente nunca haveria com fartura, pois as contribuições dos sócios eram espontâneas.

2- A presença de poucos Sócios, prejudicavam a representatividade da casa e sua manutenção.

 3- Quase nenhum atendimento aos sócios, principalmente em suas necessidades reivindicatórias.

4- Descontinuidade das  gestões.

 5- Formação de novas lideranças empresariais, inclusive o fato de ter que encontrar um presidente faltando 10 dias para eleição.

6- Pouca presença na mídia.

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 Ao levantar essas falhas surgiu o caminho natural a ser traçado e diversas posições foram assumidas, entre elas : 

1- Criamos as vice presidências setoriais: representantes de regiões ou de setores empresariais traziam reivindicações de suas áreas e levavam as mensagens da entidade. Serviram para solidificar a imagem da Associação, arrebanhar sócios e atender as necessidades das empresa associadas e seus setores empresarias. Não haviam limites para essas indicações.

 Esse processo permitiu, também a formação de um quadro de novas lideranças que por mais de 20 anos estiveram nas diretorias da Associação Comercial, liderando-a num dos momentos mais profícuos. 

  

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2- Realização de inúmeros eventos empresariais, almoços com políticos,  autoridades e palestritas  promovemos uma maior aproximação da entidade com as mídias  conseguindo forte valoração da imagem da entidade, também servindo para envolver novos associados. 

O mais importante desses encontros sócio-empresariais foi o marcante "Méritos empresariais" e "Empresário Regional do Ano".

Esse mega evento organizado e administrado pela Associação Comercial (Luiz Antonio Stephan), pelo SENAC (professor Rolf Benda, professora Rosália Benda e Marcos Del' Duca) e pela Tribuna de Minas (jornalista Laudelino Brás Schettino, também, vereador).  visava homenagear um empresário de cada setor:  comércio, indústria, agropecuária e  prestação de serviços das de 27 cidades mais expressivas da Zona da Mata, Sul de Minas e Vertentes, num total de 104 homenageados.

Dentre eles foi escolhido o "Empresário Regional do Ano" Dr. Ivan Müller Botelho" da Cia. Leopoldina Cataguases.

A comissão organizadora participou de reuniões em todas as cidades com representantes das classes produtoras e autoridades municipais quando foi colocado o projeto.

O encontro foi realizado no dia 18 de outubro de 1985 no Theatro Central com a presença do governador Hélio Garcia, Senador Itamar Franco,Prefeito Tarcísio Delgado, Deputados Estaduais e Federais e inúmeras outras autoridades de todos os poderes, para um público de cerca de 2.000 pessoas, com representativas caravanas de todas as cidades.  N.r.:Nunca foi realizado outro evento empresarial tão grandioso em Juiz de Fora (até hoje março/ 2018.

 

Tribuna de Minas 17 de maio de 1985

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CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO ANEXO
 COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO
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Nilton Ramos da Silva

Ao final do mandato de Nilton ramos da Silva em janeiro de 1997 assume a Associação o Sr. José Nilton Fagundes para mais um mandato de 2 anos. Foi o mandato da ressaca depois de tantas realizações. Mante-se o grupo e a mesma disposição, faz-se um breve descanso e começa a preparação para um novo e grande desafio RESTAURAR A SEDE ANTIGA.   

Fontes de informações: arquivos de Luiz Antonio Stephan inclusive as publicações abaixo:

MAIS FOTOS

Inauguração da do anexo em 1996

O convite para a festa do centenário

Tribuna de Minas 1985

Nas comemorações dos 90 anos a sede histórica, em 1986, depois de uma restauração bem simples, levando em conta os recursos da época, ficou como a foto ao lado mostra. Acomodava mais de 100 pessoas sentadas confortavelmente, com mobiliário adequado. O relógio da Meridiano que estava parado havia muito anos , também voltou a funcionar. Na foto abaixo O presidente Luiz Antonio Stephan circundado por dois ícones da Associação: Dr. Fernando Muzzi, Chefe do Departamento Jurídico por mais de 50 anos e Luiz Vizentin, contador, gerente e faz tudo da entidade por muitos anos . ( fotos de Marcio Brigatto)

Fachada restaurada por profissional pedreiro, Sr. Germano, um dos últimos remanescentes da Cia Pantaleone Arcuri que refez todos os florões em massa.( foto de Marcio Brigatto)

+Imagens acervo Luiz Antônio Stephan

Correio da Mata \ agosto 1985 - 

Empresário Regional 1985

 O maior evento empresarial de todos os tempos em Juiz de Fora

Centenário da Associação Comercial- Comenda Daniel Pinto Corrêa

Rui Barbosa na Associação Comercial
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