SOBRE A ONÇA

Atualizado: 3 de mar.

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Agenor era um caçador, por muitos anos frequentou aquela mata e sabia

que ali tinha uma onça sempre encontrou sinais claros da existência desse

felino que nunca tinha visto. Certa manhã, quando Agenor partiu para mais

uma excursão na floresta não imaginava que esse seria um dia diferente:

Nosso personagem caminhava por uma trilha e, finalmente, depois de

tantos anos, estava ali, bem à sua frente, uma enorme onça pintada. Num

primeiro momento vibrou ao vê-la, mas, em seguida veio a preocupação,

pois notou que ela vinha em sua direção e que ele poderia ser atacado e foi

esse temor que fez Agenor empunhar sua espingarda enquanto a onça vinha

mesmo em sua direção. Quando o aterrorizante animal chegou a uns 50

metros ele apertou o gatilho, e a arma falhou, mais uma vez, nada, sua

espingarda não funcionava, armou-se de um grande facão, mas, no

afobamento, deixa a arma cair ao chão. Mais pavor, o bicho se

aproximando e Agenor, sem encontrar outa saída, começa a juntar cuspe na

boca e quando a onça deu o bote ele deu uma grande cusparada no olho da

onça...

Aí ele acordou, vendo, então, que tinha cuspido no olho de sua mulher... E

para explicar o sonho?

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Existiu em Juiz de Fora, em outros tempos, o “Bar, Restaurante, Casa de

chá e Charutaria Furna da Onça”. Conheci seu proprietário, mas não me

lembro seu nome e ele mesmo me contou sobre esse estabelecimento. Acho

que era para o lado de São Mateus.


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