PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NOVO BRASIL

Atualizado: 3 de mar.

2017

ONDE ESTAMOS?

Acontecimentos na área política desencadeados em tempos recentes geraram séria crise político-econômica com reflexos perturbadores em toda a sociedade brasileira: Alguns deles:

1- Reflexos dos erros da constituição de 1988 que estouram os orçamentos governamentais por oferecer benefícios inexequíveis, e formar castas. Em uma dessas situações ao estabelecer critérios para garantir a isonomia entre os poderes estabeleceu-se os “duodécimos” que são percentuais sobre a receita da União, dos estados e dos municípios para garantir as despesas dos legislativos. Acontece com o passar dos anos os valores definidos por esse critério se tornaram estratosféricos e foi precisa muita criatividade na administração financeira para consumi-los. Gastos desnecessários e absurdos e ostentação se tornaram um padrão nessas casas que se tornaram formadoras de corruptos.

2- O sistema eleitoral brasileiro é multipartidário e muito fragmentado e o partido do residente nunca tem maioria no Congresso gerando impasses entre o executivo e o legislativo. Essa situação exige dos presidentes a constituição de coalizões multipartidárias mediante a distribuição de benesses aos políticos criando um ambiente propício ao vício e às negociatas. Centenas de cargos comissionados são gerados em inúmeras estatais e autarquias para satisfazer as negociações e nessas se abrem espaço para a corrupção em alta escala.

- Com a falência da socialdemocracia, por impossibilidade de recursos materiais para atender as demandas prometidas, o Partido dos Trabalhadores então no poder tentou mantê-lo, com as mais improváveis coligações, pretendendo se perpetuar no poder, também

abriu os cofres desmedidamente para atender programas populares, que, embora meritosos eram inexequíveis e ofereceu mimos a formadores de opinião como as classes: artística, intelectuais, universitária e liderança de trabalhadores, utilizando recursos que, com o passar do tempo foram se escasseando, comprometendo seriamente a economia do país como um todo.

- Tudo isso forma um ambiente arraigado em maus costumes, falta de integridade e calcado na corrupção. A desacreditação da classe política foi inevitável e pelo mau exemplo, perverte- se sociedade como um todo.

PARA ONDE QUEREMOS IR?

Para alcançar o progresso do país devermos caminhar para um sistema político que utilize a Economia Social de Mercado, ou seja, a combinação do princípio da liberdade de mercado com o princípio da equidade social: unir as vantagens de um mercado livre, como por exemplo a produtividade alta ou a livre iniciativa individual, com um forte componente social. Mas, também buscar a organização dos mercados como melhor sistema de atribuição de recursos e tenta corrigir e prover as condições institucionais, éticas e sociais para uma

operação eficiente e equitativa, valorizar moedas estáveis, austeridade fiscal, livre formação de preços, combate a oligopólios, monopólios e cartéis e subsidiariedade.

Queremos estabelecer um sistema de governo sem castas e privilégios; novas condutas das classes políticas, baseadas na ética e no respeito aos cidadãos que os elegeram; funcionários públicos competentes, capacitados, bem-intencionados e bem remunerados em todas as esferas; Compliance e boa governança em todos os níveis da administração pública.

COMO CHEGAR LÁ?

Percebe-se claramente que nenhuma mudança substancial surgirá da atual classe de políticos sejam nas esferas federal, estadual, municipal, também das famílias tradicionais ou grupos políticos esparramados por todo o pais que dominam a política atual. Todos os

políticos com cargos ou direção de partido ou indicados para cargos de confiança estão comprometidos, na melhor hipótese por omissão.

A solução passa pela renovação dos quadros políticos atuais buscando eleger pessoas de bem, ficha limpa, com experiência de vida, capacitadas, sem vícios políticos que enterraram nosso país e, de preferência, que nunca participaram de política partidária. O grupo

RENOVA BR e o PARTIDO NOVO -30 estão se organizando para oferecer candidatos com DNA novo desvinculados do “establishment” político atual.

Precisamos, também, promover uma melhora de conduta das pessoas incentivando a ética, os bons costumes e a melhor convivência comunitária. Para termos o direito de cobrar a lisura e o respeito de nossos representantes na política, nós também temos que mudar

alguns hábitos que se tornaram comuns no dia a dia. Precisamos determinar o fim o “Jeitinho”: Não estacionar em vagas de idosos e deficientes se não for de direito, não entrar na fila de 15 produtos no supermercado se não for o caso, não corromper guarda, nem

funcionário público para aliviar multa, não receber auxílio moradia se não tiver direito, não ultrapassar em faixa contínua, respeitar faixa de pedestres, não furar fila, não fraudar licitações, etc. etc. etc.

Temos que ficar atentos nas entidades representativas, associações, clubes, associações escolares, sindicatos, associações de bairro e até condomínios. Participar, votar, fiscalizar, eleger pessoas de bem para as administrações e diretorias, pois a prática da democracia começa é nessas entidades que têm que ser fortalecidas e enriquecidas com

capital humano de qualidade.

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